Na semana passada o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, enfrentou uma polêmica por conta da medida provisória que criou um cadastro nacional para grávidas em situação de risco e puérperas, mulheres que deram à luz recentemente.. Trata-se da Medida Provisória nº 557.Para os movimentos feministas, a medida pode facilitar a perseguição de mulheres que fizerem aborto. "A mortalidade materna é um problema crucial, mas que demanda mais recursos, mais médicos, mais informação, mais tratamento especializado, não um cadastro para controlar as mulheres. Aí, eles saem com essa medida provisória, que é muito menos do que é demandado pela população", lamenta a diretora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Guacira César. Ela também critica o fato de o sistema ter sido aprovado sem o debate devido.
Outros comentários no Twitter:
"A redação da MP é autoritária, prega controle absoluto sobre o corpo da gestante e fecha qquer porta p/ descriminalização do aborto no Brasil [sic]", postou uma seguidora do ministro.
Os questionamentos continuaram durante a tarde. "Prezado @padilhando, gravida q n se cadastrar vai presa? E cadastrada q abortar espontaneamente vai presa [sic]?", postou outra.
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