Thursday, March 8, 2012

Dia Internacional da Mulher – No horizonte, uma revolução do afeto


“Não se nasce mulher, torna-se.” Com essa frase, a filósofa, escritora e feminista francesa Simone de Beauvoir selou o conceito de consciência de gênero: para ser mulher, não basta possuir os aspectos biológicos femininos, mas ir além, desafiar um mundo patriarcal, onde nos são negadas igualdade de direitos, independência e autonomia; construir e alimentar a consciência de ser mulher inserida nas lutas e conquistas para além do próprio tempo, abrindo espaços políticos, sociais, econômicos e culturais, por igualdade de direitos, acessos e oportunidades que considerem e respeitem as diferenças em suas especificidades.
Considerando essas diferenças, homens e mulheres são capazes de fazer tudo igualmente, desde que educados e treinados para isso. Aí, na educação e no treino, é que se instala a relação social de poder que determina, hoje bem menos do que há vinte anos, a submissão da mulher. Os homens, educados e treinados para viver o espaço público e as decisões políticas; as mulheres, educadas e treinadas para viver o espaço privado, doméstico, a casa. Isso tem mudado muito, felizmente.
Para continuar lendo o artigo da amiga Ghyslaine Cunha (AQUI)

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