LEIA NA ÍNTEGRA O POEMA ‘JAULA’ DA OBRA INÉDITA ODE TRISTE PARA AMORES INACABADOS DE AUTORIA DO POETA E JORNALISTA RIBAMARENSE FERNANDO ATALLAIA
Jaula
Preso ao cárcere dos instintos
Caminha nuvens de ideias
Ouvidor de universos e epidermes.
Sonha com o cio das donzelas
E acalanta os himens revoltosos
Incendiário das belas que passeiam.
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Sem saída:depois de enjaulados, poeta e poesia são submetidos às carícias das tigresas |
Ama no amor como se ama
Dos pés às delícias do umbigo
Encantador de almas e sutilezas.
Clausura, eis-me aqui em mil palavras
Gritando seios inexplorados
Clausura, eis-me aqui rogando na fogueira
Jaula de memória onde preso não me solto.
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